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Sensação do futebol pernambucano, o Retrô recebe investimentos cada vez mais elevados e já ocupa a terceira colocação no ranking, com folha na casa dos R$ 550 mil, superando os R$ 400 mil estimados pelo Santa Cruz.
EQUILÍBRIO NO INTERIORJá no interior pernambucano, a discrepância entre as agremiações é pequena, apesar do desequilíbrio em comparação com as equipes da Região Metropolitana. O Maguary lidera e deve ir para o seu segundo ano na elite do Pernambucano com vencimentos na casa dos R$ 155 mil, valores próximos ao vizinho Central, que projeta R$ 150 mil, valor cinco vezes maior que o “co-irmão” Porto, com folha salarial estimada em R$ 30 mil.
CARCARÁ EM APUROS
O caso mais grave é o do Salgueiro. Único campeão pernambucano do interior, o Carcará enfrenta uma grave crise financeira e ainda não possui elenco para o Estadual. O clube, inclusive, periga sofrer W.O na estreia da competição, marcada para o dia 14 de janeiro, contra o Náutico, nos Aflitos.
VEJA O RANKING:
1º) Sport - R$ 2,5 milhões
2º) Náutico - R$ 600 mil
3º) Retrô - R$ 550 a 600 mil
4º) Santa Cruz - R$ 400 mil
5º) Maguary - R$ 155 mil
6º) Central - R$ 150 - 170 mil
7º) Afogados - R$ 125 mil
8º) Petrolina - R$ 120 mil
9º) Porto - R$ 30 mil
10º) Salgueiro - Indefinido